
O que encontra no seu negro auge de penetração – em que se transforma? O que deixa no desgaste rubro da sua agonia – será um novo resplendor?
Entre a magnitude e a melancolia, tinge-se o olhar no efémero dilema duma divagação. Matéria etérea, latejam todas as coisas feitas dum silêncio musical.
Crepúsculo, alvorada. Sempre com o mesmo perfil – implícito, indefinido – duma cíclica mutação. Esboçando o tempo, esvaindo a forma. Virtual. Eventual.
Espaço, presença. A distância permanece. Anseia a proximidade. No fausto mágico em que a realidade se suspende – fenómeno anterior, interior fascínio.
07MAR2007
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